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publicado em: 30/04/2013
Dia do Trabalhador sugere reflexão sobre a sociedade global

Na história recente do Brasil o Dia do Trabalhador foi comemorado de muitas formas. Durante os escuros anos do regime militar sequer era possível comemorá-lo e o próprio governo o transformou em “dia do trabalho”. Depois veio a democratização, o crescimento do movimento sindical e o 1º de Maio passou a ser data de grandes concentrações de protestos e luta por uma sociedade mais justa.

A consolidação da democracia brasileira resignificou muitas coisas e o próprio 1º de Maio ganha um novo sentido. Se já não é marcado por grandes manifestações classistas (ao invés de festas e sorteios), é um momento de reflexão sobre a cidadania e o papel da classe trabalhadora no contexto atual.

A distribuição de renda no país ainda é precária e a maioria dos trabalhadores ainda está submetida a salários baixos e jornadas amplas. A exploração e o não cumprimento das leis trabalhistas ainda é realidade no país. Trabalho escravo e infantil, pasmemos, ainda existem.

Olhando a crise mundial, especialmente na Itália, Grécia, Espanha, Portugal e França, é possível ver com clareza que os trabalhadores é que são chamados para pagar a conta dos estragos causados pelo sistema financeiro, pela corrupção estatal e pelas grandes corporações.

Os trabalhadores seguem sendo a classe que movimenta a sociedade e que não usufrui de tudo o que produz.

Por isto este ano o Dia do Trabalhador sugere reflexão sobre a posição dos trabalhadores na sociedade contemporânea, sobre a evidência de que a sociedade continua desigual mundial e localmente. Há muito espaço a ser ocupado pelos trabalhadores, as democracias seguem incompletas porque são formais e não efetivamente representativas da voz dos trabalhadores.

Que este Dia do Trabalhador nos auxilie a repensar o mundo e lutarmos cada vez mais unidos por uma sociedade mais justa e democrática.Na história recente do Brasil o Dia do Trabalhador foi comemorado de muitas formas. Durante os escuros anos do regime militar sequer era possível comemorá-lo e o próprio governo o transformou em “dia do trabalho”. Depois veio a democratização, o crescimento do movimento sindical e o 1º de Maio passou a ser data de grandes concentrações de protestos e luta por uma sociedade mais justa.

A consolidação da democracia brasileira resignificou muitas coisas e o próprio 1º de Maio ganha um novo sentido. Se já não é marcado por grandes manifestações classistas (ao invés de festas e sorteios), é um momento de reflexão sobre a cidadania e o papel da classe trabalhadora no contexto atual.

A distribuição de renda no país ainda é precária e a maioria dos trabalhadores ainda está submetida a salários baixos e jornadas amplas. A exploração e o não cumprimento das leis trabalhistas ainda é realidade no país. Trabalho escravo e infantil, pasmemos, ainda existem.

Olhando a crise mundial, especialmente na Itália, Grécia, Espanha, Portugal e França, é possível ver com clareza que os trabalhadores é que são chamados para pagar a conta dos estragos causados pelo sistema financeiro, pela corrupção estatal e pelas grandes corporações.

Os trabalhadores seguem sendo a classe que movimenta a sociedade e que não usufrui de tudo o que produz.

Por isto este ano o Dia do Trabalhador sugere reflexão sobre a posição dos trabalhadores na sociedade contemporânea, sobre a evidência de que a sociedade continua desigual mundial e localmente. Há muito espaço a ser ocupado pelos trabalhadores, as democracias seguem incompletas porque são formais e não efetivamente representativas da voz dos trabalhadores.

Que este Dia do Trabalhador nos auxilie a repensar o mundo e lutarmos cada vez mais unidos por uma sociedade mais justa e democrática.

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Jornal do Saesc nº92
10 dez 2012
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